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29 Sep 2020

Ensino Híbrido, Adaptativo e Gamificado: protagonistas do EAD

Conteúdo de Expositor: Jovens Gênios
Ensino Híbrido, Adaptativo e Gamificado: protagonistas do EAD

A quarentena “chegou de supetão” exigindo que as escolas buscassem soluções inovadoras para manter as atividades de forma adaptada. Esse processo foi e continua sendo muito desafiador. Porém, muitas escolas encontraram uma fórmula que se mostrou muito eficaz em engajar os alunos e permitir um aprendizado efetivo. É sobre isso que vamos falar neste artigo.

Com a quarentena, um conceito ganhou muita relevância na educação: o Ensino Híbrido. Mas como introduzir algo tão novo em um momento tão delicado e ainda ter sucesso?

As variáveis são inúmeras: treinamento dos professores, adaptação dos alunos,  como mantê-los engajados, a efetividade do aprendizado, etc. Isso leva  diretores e coordenadores a buscarem possíveis soluções.

Quando falamos de engajamento dos alunos, ensino híbrido e gamificação, estamos falando do desenvolvimento de competências e habilidades que nossos alunos possuem naturalmente e de trazer a realidade dos chamados “nativos digitais” para a escola.

Ao aproximarmos a sala de aula da realidade dos alunos, tornando o ensino mais divertido e inteligente por meio de atividades lúdicas, com fundo pedagógico, como são os jogos educacionais, tornamos o que era visto como “obrigação” em diversão, sem retirar o aprendizado.

É a que entra em cena a segunda protagonista: a gamificação. Apenas migrar os alunos para uma sala virtual e fazê-los assistir horas de aulas não foi muito efetivo. Como conseguir brigar pela atenção do aluno quando ele quer ver Netflix, Youtube, jogar videogame, brincar ou dormir?

Um colégio particular de um grande grupo no Rio de Janeiro apostou em atividades gamificadas, individualizadas e adaptativas, através da plataforma de aprendizagem da Jovens Gênios, para conseguir despertar a atenção e interesse dos seus alunos do fundamental 2. E os resultados têm sido estonteantes!

Na unidade da Tijuca, por exemplo, os alunos do 7º ano fizeram mais de 38 mil questões no último mês durante a quarentena. Isso representa 1250 questões feitas por aluno.

E isso não é por acaso. A individualização do aprendizado através de questões adaptadas diminui a frustração e ajuda os alunos a avançarem no tema. Mas o grande diferencial é a gamificação, pois ela permite uma nova abordagem dos tópicos trabalhados em sala.

Com ela, conseguimos aproximar a escola das atividades rotineiras dos alunos, como os jogos não educacionais e plataformas de streaming, despertando o interesse deles nas aulas e, principalmente, colocando-os mais ativos no processo de aprendizagem.

 

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